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A glorificação da guerra e o sonho de Dunk

2020.03.06 03:56 altovaliriano A glorificação da guerra e o sonho de Dunk

Em uma “segunda de SSM”, eu tratei sobre uma entrevista que o jornal britânico The Guardian fez com Martin. No final do artigo, o jornalista relata que perguntou a Martin qual era sua cena favorita nos livros e recebeu uma resposta inesperada:
Com isso em mente, ele tem uma cena favorita em que sentiu a escrita realmente acertou em cheio? Eu perguntei plenamente esperando que ele mencionaria um dos momentos mais famosos, como o Casamento Vermelho, por exemplo, ou a morte chocante de Ned Stark no primeiro livro.
Houve uma longa pausa antes que a resposta surpreendente chegasse. “Lembro que houve um discurso que um septão [a versão westerosi de um padre] faz a Brienne sobre homens quebrados e como eles se quebram. Eu sempre fiquei muito satisfeito em ter escrito aquilo”.
O discurso em questão é um pesado e longo monólogo do Septão Meribald dá em O Festim dos Corvos, no 5º capítulo de Brienne. Podrick pergunta se desertores e foras-da-lei de equivalem e Brienne responde laconicamente, mas Septão Meribald dá um resposta longa sobre como os desertores são o resultado da destruição que a guerra dos nobres causa na vida dos plebeus.
A quem conhece um pouco do pensamento de GRRM, a resposta ao jornalista apenas parece refletir sua posição pessoal anti-guerra que permeia toda sua obra, desde a primeira história que vendeu profissionalmente, “O Herói”. Em As Crônicas de Gelo e Fogo, o autor expõe o tempo todo as consequências catastróficas da guerra, tanto para o lado vitorioso quanto para o perdedor.
Inclusive, existe um longo e excelente texto escrito por um expert em armas nucleares que demonstra como Martin se inspirou nestes dispositivos de destruição em massa para criar os dragões de seu mundo e todo o jogo político ao redor de quem vai dominá-los. O fato de alguém conseguir puxar tantos paralelos entre armas nucleares e dragões dá uma pista do tom antiguerra de ASOIAF, além de mostrar o quanto ser baby-boomer influencia na visão de mundo de GRRM.
Como era natural de se esperar, os contos de Dunk e Egg não escapam a este tipo de abordagem. Porém, aqui Martin preferiu manifestar o tema de forma onírica.
Em um recente tópico aqui no valiria, eu tentei explorar as razões que fizeram com que GRRM nos contasse sobre a viagem de Dunk e Egg à Dorne, quando ele parece ter mudado de ideia sobre qual seria o enredo da história sucessora de O Cavaleiro Andante.
Dentre várias razões que apontei para a manutenção da jornada dornesa nos flashbacks de Dunk, eu especulei que a história da morte de Castanha serve como mote para o sonho de Dunk, pois essa história revela como inocentes podem morrer por decisões estúpidas de seus senhores. Mas eu gostaria de acrescentar que inocentes e votos de cavaleiro também morrem quando cavaleiros põem o cumprimento dos deveres para com seus senhores acima de proteger os fracos.
Este é o sentido do sonho de Dunk, emanado do sentimento anti-guerra de Martin, conforme analisarei a seguir.

Um cavaleiro antes de uma espada juramentada

De fato, desde o primeiro treinamento dos plebeus que obedeceram ao chamado de Sor Eustace para a guerra contra a Rohanne fica claro que eles não teriam qualquer chance contra os cavaleiros da viúva.
Quando Dunk afirma que a necessidade de mandar todos a morte por um disputa tão pequena é uma escolha que não cabe a eles, Egg responde com uma alegoria à lição de Sor Arlan, de não dar nomes a cavalos para evitar sofrer quando eles morrem:
– Isso não é você nem sou eu quem vai dizer – Dunk respondeu. – É dever de todos eles ir para a guerra quando Sor Eustace os convoca... e morrer, se necessário.
– Então não devíamos ter dado nomes para eles, sor. Isso só vai tornar a dor mais difícil para nós quando morrerem.
(A Espada Juramentada)
De fato, é incrível a quantidade de parágrafos que GRRM leva descrevendo o processo de “batismo” dos camponeses que tinham nomes iguais. A princípio, eu não entendi porque Martin achou que isso era importante, até que eu comecei a decodificar o sonho de Dunk.
Essencialmente, o que aconteceu com Castanha nas areias de Dorne é o mesmo que está acontecendo em Pousoveloz antes de Dunk começar a pensar em uma saída pacífica para o impasse entre Osgrey e Webber. O sonho é a forma como Dunk, um homem de lealdade inquestionável e raciocínio lento, começa a perceber as consequências da obediência cega que tem prestado a Sor Eustace.

O Prólogo de um sonho

Antes de passarmos à análise do sonho, um pequeno parágrafo precisa ser examinado. Quando Dunk se deita para dormir, ele lembra dos eventos do torneio de Vaufreixo, especialmente das tragédias que ocorreram naquele dia:
Supostamente, estrelas cadentes traziam boa sorte, então ele pediu para Tanselle pintar uma em seu escudo. Mas Vaufreixo trouxera tudo menos sorte para ele. Antes que o torneio acabasse, ele quase perdera uma mão e um pé, e três bons homens perderam a vida. Ganhei um escudeiro, no entanto. Egg estava comigo quando deixei Vaufreixo. E essa foi a única coisa boa de tudo o que aconteceu.
Esperava que nenhuma estrela caísse naquela noite.
(A Espada Juramentada)
Estes pensamentos antes do sonho provavelmente é o que desperta a memória de Dunk e faz com que Baelor e Valarr surjam em seu sonho. Contudo, Dunk cita que três pessoas morreram naquele dia, mas Valarr não era era uma delas.
Essa distinção é importante para entendermos como o subconsciente de Dunk parece estar funcionando durante o sonho. Como veremos a seguir.

Decodificando

Vamos analisar o sonho na íntegra.
Havia montanhas vermelhas a distância e areias brancas sob seus pés. Dunk estava cavando, enfiando uma pá no solo seco e quente e jogando a fina areia branca por sobre os ombros. Estava fazendo um buraco. Um túmulo, pensou, um túmulo para a esperança. Um trio de cavaleiros dorneses estava parado observando e zombando dele em voz baixa. Mais além, comerciantes esperavam com suas mulas, carroças e trenós de areia. Queriam ir embora, mas não partiriam até que ele enterrasse Castanha. Ele não deixaria seu velho amigo para as cobras, escorpiões e cães da areia.
Aqui Martin estabelece a cena, mas eu quero comentar especificamente as partes em negrito.
Aqueles que lembrarem do que realmente aconteceu no enterro de Castanha, devem desde já estranhar os comerciantes esperando Dunk enterrar o cavalo.
Eu não entendi a parte do túmulo à esperança quando li a primeira vez. Mas agora que sabemos que Castanha está sendo usada como alegoria às vítimas das guerras caprichosas dos nobres e à lealdade cega de seus cavaleiros, seu significado fica evidente.
Dunk está pessoalmente cavando um túmulo para os mais fracos, as pessoas que um cavaleiro jura proteger. As pessoas que viram valor nele quando ele enfrentou Aerion por Tanselle. E ao virar as costas para elas, Dunk se torna um cavaleiro hipócrita, como os demais.
Quanto aos três cavaleiros dorneses, a seguir veremos que eles não são os cavaleiros dorneses que estavam com Dunk, mas Sor Arlan, Baelor Quebralanças e Valarr. Martin preferiu apresenta-los aos poucos durante o sonho, por isso suas identidades não são reveladas nesse momento.
Por outro lado, quem lembrar dos detalhes do enterro de Castanha, saberá que não foi assim que os cavaleiros dorneses se portaram.
O castrado morrera de sede, na longa travessia entre o Passo do Príncipe e Vaith, com Egg em suas costas. Suas patas dianteiras pareciam ter se dobrado sob ele e o cavalo ajoelhou, rolou de lado e morreu. Sua carcaça estava ao lado do buraco. Já estava dura. Logo começaria a feder.
Esta realmente parece ter sido a forma como Castanha morreu. Mesmo que valha a pena debater se Martin não está criando um paralelo entre a sede que matou o cavalo e a seca que levaria a morte dos plebeus, me parece que essa parte só está aí para estabelecer o pano de fundo do acontecimento.
Dunk chorava enquanto cavava, para diversão dos cavaleiros dorneses.
Água é preciosa para se desperdiçar – um deles disse. – Não devia desperdiçá-la, sor.
O outro riu e disse:
– Por que está chorando? Era só um cavalo, e bem feio.
Castanha, Dunk pensou enquanto cavava, o nome dele era Castanha, e ele me levou nas costas por anos e nunca empacou ou mordeu. O velho castrado parecia uma coisa lamentável ao lado dos corcéis de areia lustrosos que os dorneses cavalgavam, com suas cabeças elegantes, pescoços longos e crinas se agitando, mas Castanha dera tudo o que podia dar.
É notável perceber que dois dos “cavaleiros” dão mais valor a água do que a Castanha, assim como Eustace (e Rohanne) do que a vida dos plebeus. Contudo, estes “cavaleiros” montam cavalos melhores do que um velho castrado, indicando que eles são de uma estirpe acima da pequena nobreza (como veremos a seguir).
– Chorando por um castrado de costas arqueadas? – Sor Arlan disse, em sua voz de velho. – Ora, rapaz, você nunca chorou por mim, que o colocou sobre as costas dele. – Deu uma risadinha, para mostrar que não queria causar mal com a censura. – Esse é Dunk, o pateta, cabeça-dura como uma muralha de castelo.
– Ele não derrubou lágrimas por mim tampouco – disse Baelor Quebra-Lança, do túmulo. – Embora eu fosse seu príncipe, a esperança de Westeros. Os deuses nunca pretenderam que eu morresse tão jovem.
– Meu pai tinha só trinta e nove anos – lembrou o Príncipe Valarr. – Tinha tudo para ser um grande rei, o maior desde Aegon, o Dragão. – Olhou para Dunk com frios olhos azuis. – Por que os deuses o levariam e deixariam você? – O Jovem Príncipe tinha o cabelo castanho-claro do pai, mas uma mecha loura-prateada o atravessava.
Vocês estão mortos, Dunk queria gritar, vocês três estão mortos, por que não me deixam em paz? Sor Arlan morrera de um resfriado, o Príncipe Baelor, de um golpe dado pelo irmão durante o julgamento de sete de Dunk, e seu filho Valarr, durante a Grande Praga daPrimavera. Não tenho culpa por esse. Estávamos em Dorne, nem mesmo ficamos sabendo.
Sor Arlan é o terceiro cavaleiro, mas o primeiro que vimos ser revelado. Depois, Baelor e, por fim, Valarr. Isso ocorre porque foi nesta ordem que eles morreram, e é a ordem inversa de suas idades.
Enquanto a fala de Valarr é uma repetição quase idêntica do último diálogo entre Dunk e o príncipe (até mesmo as descrições), as falas de Sor Arlan e Baelor se concentram no fato de que Dunk não havia chorado a morte deles, mas agora chorava a morte de um cavalo.
A razão para isso é porque Dunk não foi responsável pelas mortes de nenhum dos três, nem mesmo a de Baelor Quebralanças (ao menos não totalmente). Mas ele foi responsável pela morte de Castanha.
No caso de Valarr, o próprio Dunk não vê culpa sua.
Sor Arlan morreu de um resfriado e os pensamentos de Dunk foram de que “ele teve uma vida longa” e “Devia estar mais perto dos sessenta do que dos cinquenta anos, e quantos homens podem dizer isso? Pelo menos vivera para ver outra primavera” (O Cavaleiro Andante). Portanto, salvo por sentimentalismo, Dunk não havia porque achar que tinha culpa na morte do velho.
Já o Príncipe Baelor entrou no Julgamento dos Setes por conta própria, sem que Dunk sequer cogitasse convidá-lo e para a total surpresa dos Targaryen na equipe dos acusadores. Então, objetivamente não há culpa real de Dunk. Ele não tinha uma escolha real.
Entretanto, mesmo que Dunk sinta-se a culpado, ele sabe que só poderia ser responsável por uma parcela. De fato, como o próprio cavaleiro admite, ele divide o fardo com Maekar: “Você o acertou com a maça, senhor, mas foi por mim que o Príncipe Baelor morreu. Então eu o matei tanto quanto o senhor” (O Cavaleiro Andante).
Contudo, Castanha morreu exclusivamente porque Dunk estava caprichosamente correndo atrás de uma mulher em uma das regiões mais inóspitas dos Sete Reinos.
– Você é louco – o velho disse para ele. – Não vamos cavar nenhum buraco para você quando se matar com essa tolice. Nas areias profundas, um homem deve estocar sua água.
Vá embora, Sor Duncan – Valarr disse. – Vá embora.
A mensagem aqui é bem direta: sacrificar os plebeus em nome do dever como espada juramentada era teimosia inútil, uma “guerra estúpida” como alegara Egg, pois ninguém realmente ligaria se ele morresse ou vivesse.
Egg o ajudava a cavar. O garoto não tinha pá, só as mãos, e a areia voltava para o túmulo tão rápido quanto eles a tiravam. Era como tentar cavar um buraco no mar. Tenho que continuar cavando, Dunk disse a si mesmo, embora suas costas e ombros doessem com o esforço. Tenho que enterrá-lo profundo o bastante para que os cães de areia não o encontrem. Tenho que...
– ... morrer? – perguntou Grande Rob, o simplório, do fundo do túmulo. Deitado ali, tão quieto e frio, com uma ferida vermelha irregular escancarando sua barriga, ele não parecia tão grande.
Dunk parou e o encarou.
– Você não está morto. Você está dormindo no porão. – Olhou para Sor Arlan, em busca de ajuda. – Diga para ele, sor – pediu. – Diga para ele sair do túmulo.
A primeira menção a Egg no sonho é como ajudante de Dunk na missão inútil, o que reflete a última discussão que teve com o escudeiro, na qual conseguiu sua obediência na base da rispidez.
Porém, no meio da tarefa, há a primeira indicação clara de que o ocorrido com Castanha serve de alegoria à situação atual, na qual Dunk está colocando inocentes em perigo ao convoca-los, treiná-los e ficar em negação sobre suas chances.
Até mesmo Sor Bennis, o Marrom, está mais desperto para isto do que Dunk. É claro que o cavaleiro marrom não queria mais trabalho, porém suas atitudes estavam mais voltadas a evitar um banho de sangue do que as tomadas por Dunk.
Com efeito, o cavaleiro não só era contrário a levar a notícia da represa a Sor Eustace, como também não se enganava quanto às chances dos camponeses que estava treinando.
Dunk estava em tamanha negação, que mesmo ao ver Grande Rob mortalmente ferido no buraco em que estava cavando, virtualmente perguntando a Dunk “Tenho que morrer?”, o cavaleiro ainda pediu auxílio a Sor Arlan, seu carinhoso mentor, aquele que lhe ensinou sobre os deveres de uma espada juramentada, que atestasse que nada de errado estava ocorrendo.
Só que não era Sor Arlan de Centarbor que estava parado perto dele, mas Sor Bennis do Escudo Marrom. O cavaleiro marrom só gargalhou.
– Dunk, pateta – disse –, destripar é algo lento, certamente. Mas nunca conheci um homem que viveu com as entranhas penduradas. – Uma espuma vermelha borbulhou em seus lábios. Ele se virou e cuspiu, e as areias brancas beberam tudo.
Buco estava parado atrás dele com uma flecha no olho, chorando lentas lágrimas vermelhas. E lá estava Wat Molhado também, a cabeça cortada quase na metade, com o velho Lem e Pate olho-vermelho e todo o resto. Todos tinham mastigado folhamarga com Bennis, Dunk pensou de início, mas então percebeu que era sangue escorrendo por suas bocas. Mortos, pensou, todos mortos, e o cavaleiro marrom zurrava.
– Sim, melhor se manter ocupado. Tem mais covas para cavar, pateta. Oito para eles, uma para mim, uma para o velho Sor Inútil e a última para seu garoto careca.
Porém, no lugar de Sor Arlan estava Sor Bennis. Isto é o sinal de que não havia lição de honra a ser aprendida, só a realidade nua e crua finalmente se mostrando a Dunk.
Todos morreriam na guerra e tudo seria absorvido e justificado por ela. Até mesmo pessoas que Dunk julgava estarem fora do alcance do conflito, como Egg.
A pá escorregou das mãos de Dunk.
– Egg – gritou –, fuja! Temos que fugir! – Mas as areias escorregavam sob seus pés. Quando o garoto tentou se precipitar para fora do buraco, tudo desmoronou. Dunk viu as areias cobrirem Egg, enterrando-o enquanto ele abria a boca para gritar. Tentou abrir caminho até o escudeiro, mas as areias erguiam-se por todos os lados, puxando-o para o túmulo, enchendo sua boca, seu nariz, seus olhos...
Apesar da alegoria, o sonho aqui mostra bem claramente que a indolência de Dunk levaria todos para dentro do túmulo que Dunk estava escavando para aqueles que morreram porque ele fechou os olhos.
A mensagem anti-guerra que parece estar subjacente aqui é a de que o cumprimento cego do dever não absolve ninguém da responsabilidade pelos mortos, e o conflito atinge a todos indiscriminadamente. E as consequências nefastas da guerra estão por todo nas terras Osgrey. Seja nas vilas ou nas amoreiras.

O epílogo de um sonho

Para finalizar, é preciso analisar o que realmente aconteceu durante o enterro de Castanha.
A primeira coisa a entender é que Dunk não chorou e não houve enterro nenhum:
Nunca chorei. Posso ter tido vontade, mas nunca chorei. Ele tentara enterrar o cavalo também, mas os dorneses não esperaram.
Porém, a lição que Dunk ouviu de um dos cavaleiros dorneses era relativa ao ciclo da vida e a aceitação de que os animais carniceiros que viriam cear da carne de Castanha estavam protegendo a sua própria prole:
– Cães de areia precisam alimentar seus filhotes – um dos cavaleiros dorneses dissera para ele enquanto o ajudava a tirar a sela e os arreios do castrado. – A carne dele vai alimentar os cães ou as areias. Em um ano, seus ossos estarão totalmente limpos. Isso é Dorne, meu amigo.
A partir desta mensagem é que Dunk, já acordado, faz uma nova reflexão sobre as eventuais mortes dos plebeus. Porém, nem mesmo nesta nova meditação Dunk é capaz de achar significado algum para que os novos soldados de Osgrey percam suas vidas:
Ao lembrar-se daquilo, Dunk não pôde deixar de se perguntar quem se alimentaria das carnes de Wat, Wat e Wat. Talvez haja peixes xadrezes no Riacho Xadrez.
Encerrada a questão no plano onírico e no plano racional, não surpreende que Dunk tenha, logo depois do treinamento, perguntando a Sor Osgrey por uma alternativa.
Uma espada juramentada deve serviço e obediência ao seu suserano, mas isso é loucura.

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2019.07.17 19:28 Pablogelo Como na nova proposta do governo cita-se fundos de endowment para as universidades, vale a pena a lida nessa matéria do Nexo de 2017:

Como na nova proposta do governo cita-se fundos de endowment para as universidades, vale a pena a lida nessa matéria do Nexo de 2017: submitted by Pablogelo to brasil [link] [comments]


2019.02.12 08:57 desdeelsendero La Universidad sitiada por el Kaos y la Rebelión

Horacio Duque Giraldo alguna vez fue un reconocido académico del País.
Hasta que su historia de acomodado asesor en los círculos de poder dio un dramático giro, cuando una mañana del mes de febrero de 2007, fue detenido en Armenia, Los cargos: concierto para delinquir y narcotráfico.
Según las autoridades, por supuestos vínculos con las Farc y nexos con el narcotráfico, reviviendo con su sonada captura en ese entonces, la discusión sobre la pérdida de ideología de la guerrilla y su proceder a través de los mismos deleznables métodos empleados por los paramilitares.
En una publicación, del laureado periodista de Semana Elber Gutierrez Roa, el comunicador ahondó en la descomunal capacidad de engaño del intelectual, expresando en su texto: “ Que Horacio Duque tenía una doble cara”
Fundamentado en la versión de la unidad investigativa de la Fiscalía que aseguró que tras el p capturado se encontraba el enlace de Raúl Reyes, segundo al mando en las Farc para el tráfico de droga hacia Europa y Estados Unidos.
Es tan soberbia, la habilidad camaleónica del ex presidiario, que ahora cita de manera reptante y sin reparo alguno, al reconocido columnista experto en Educación, del Centro Democrático, Darío Mera Villamizar; demostrando que es capaz de congraciarse hasta con el Uribismo que tanto ataca y detesta, con tal de darle aterrizaje a los atentados que llama artículos, contra la Universidad del Quindío.
Tal y como lo hizo de manera despiadada al ponerse en evidencia como el autor intelectual, de la supuesta campaña de desprestigio, emprendida contra la Universidad del Quindío y sus directivas desde portales de extrema izquierda, como Rebelión, kaos, y Resistencia.
El hombre da alaridos y se rompe las vestiduras al mejor estilo del cinismo ciego de su extraditable amigo Jesús Santrich para quien públicamente pidió hacer un busto en homenaje por su aporte a la paz. Acusa la Universidad de ser un fortín del muy quemado Germán Vargas Lleras, a la vez que critica, amenaza y censura la libertad de prensa, cuando un periodista de un canal local, indagó con las directivas del Alma Mater la presunta campaña negra que de manera sistemática y consecutiva se enarbola desde estas trincheras ideológicas, hace más de un año.
El apuro del acomodado y prestigioso ideólogo ahora mercaderista de programas de vivienda social, del mismo gobierno que tanto ataca con su espuria verborrea, tiene la bendición de un cura que ordena el erario, e implicaciones políticas que van más allá de la denuncia, la defensa de lo público y la pose de líder social.Para nadie es un secreto que en tiempos de violencia en muchas latitudes de la patria, políticos terminaron haciendo alianzas con la guerrilla para perpetuarse en el poder.
Bien sabemos de su temeridad por sus columnas de opinión donde alguna vez fustigó al gobierno con calificativos cargados de contenido ideológico. En ellas denunció : el “baboso y lambón unanimismo que se respira frente al señor Uribe”. Muchas de ellas publicadas con crédito en la página web de las Farc.
Paradójicamente, la última de ellas fue “cae otro capo uribista” en relación con la captura de Jorge Noguera.
Hay que decirle a las autoridades que pongan el espejo retrovisor para poder ver el panorama y que como bien lo dice el mismo Horacio Duque en su reciente artículo publicado en Rebelión, esta situación amerita atenta nota de la Defensoría del Pueblo, la Procuraduría, la UNP y el Ministerio del Interior, encargado de la aplicación del Plan de Acción Oportuna aprobado hace poco para proteger los periodistas y ojalá extensivo a las instituciones.
Finalmente cierro este texto, que se queda corto para todo lo que se le debe contar a la sociedad sobre el escalamiento de esta izquierda bélica y belicosa que está incitando a segmentos del estudiantado a tomar acciones tan violentas como las acaecidas en la universidad del Atlantico, donde encapuchados prendieron fuego a la rectoría, poniendo en riesgo su propia vida y la de estudiantes y funcionarios.
Citando al pie de la letra el mismo cierre de Duque… “Hay que activar una alerta temprana para evitar una mayor tragedia promovida por esta delincuencia de cuello blanco.”
https://www.semana.com/on-line/articulo/comienza-destape-farc-politica/83720-3
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2017.06.23 20:52 NexoInfo016 Hoy a las 3 de la tarde César Duarte tiene cita con un juez - Nexo Informativo

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2016.05.21 15:42 ShaunaDorothy Declaración de la Liga Comunista Internacional - ¡Derrotar al imperialismo mediante la revolución obrera—Defender a Serbia! (abril de 1999) (1 - 2)

https://archive.is/rbNL0
Aunque las polémicas contenidas en esta Declaración se refieren a grupos seudosocialistas europeos, estas pueden ser aplicadas a grupos mexicanos como el reformista Partido Obrero Socialista y la centrista Liga de Trabajadores por el Socialismo (hermana menor del PTS argentino) que toman el lado del ELK de Kosovo y la OTAN, rehusándose a defender a Serbia —es decir, Clinton pone las bombas y el POS y la LTS la demagogia “socialista”. Por otro lado, están los estalinoides de la Tecla Indómita y liberales de La Nave Va que se oponen a los bombardeos imperialistas pero desde una perspectiva meramente nacionalista y reformista.
La guerra imperialista contra Serbia es ya la mayor conflagración militar en Europa desde la Segunda Guerra Mundial. Habiendo golpeado a Serbia por semanas con bombas y misiles crucero, hay un crescendo progresivo entre los imperialistas occidentales para una invasión a gran escala de los restos de la república de Yugoslavia dominada por Serbia. Una vez más los Balcanes se han convertido en el barril de pólvora de Europa, llevándonos a todos un paso más cerca de una nueva guerra mundial. Como internacionalistas proletarios luchando por construir un partido mundial de la revolución socialista, la Liga Comunista Internacional (Cuartainternacionalista) dice: ¡Derrotar al imperialismo mediante la revolución obrera! ¡Defender a Serbia contra el ataque de los EE.UU. y la OTAN! ¡Abajo con las sanciones económicas de las Naciones Unidas! ¡Todas las tropas de EE.UU., la ONU y la OTAN, fuera de los Balcanes!
Una declaración fechada el 25 de marzo de la Spartacist League/U.S. afirmó:
“Cada golpe contra el imperialismo estadounidense en los Balcanes ayudará a debilitar al enemigo de clase, proveyendo así una abertura para que la clase obrera y los oprimidos luchen contra el torrente de ataques asestados por Wall Street y sus agentes políticos, los partidos Demócrata y Republicano. Luchamos por construir el partido obrero revolucionario multirracial, forjado en el crisol de la lucha de clases, que es el instrumento necesario para dirigir a la clase obrera hacia el derrocamiento de este sistema entero basado en el racismo, la explotación y la guerra a través de una revolución socialista que le arranque la industria y el poder a un pequeño puñado de individuos asquerosamente ricos y cree una economía socialista igualitaria.”
En Europa, los brutales ataques imperialistas a Serbia están siendo llevados a cabo por gobiernos capitalistas encabezados por socialdemócratas y exestalinistas. Como el historiador militar Clausewitz dijo una vez, la guerra es la continuación de la política por otros medios. Habiendo demostrado su lealtad a la burguesía en casa al imponer la austeridad capitalista racista, hoy los socialdemócratas son incluso más vigorosos que sus predecesores de derecha haciendo el trabajo sucio del imperialismo en el extranjero. El Berliner Zeitung (25 de marzo) observó: “que un gobierno roji-verde haya mandado unidades del Bundeswehr a una intervención militar por primera vez desde la fundación de la República Federal ha salvado al país de un improductivo conflicto ideológico y político.” Al principio de la guerra las secciones de la Liga Comunista Internacional publicaron inmediatamente declaraciones desenmascarando la propaganda de guerra imperialista y buscando movilizar a los trabajadores del mundo contra sus “propias” burguesías.
La destrucción del estado obrero degenerado soviético dio paso a un agudo incremento en las guerras regionales y en las aventuras militares imperialistas, mientras un nuevo nacionalismo virulento se volvía el motor de la contrarrevolución. Los conflictos interimperialistas, previamente mantenidos a raya por la necesidad de una alianza antisoviética común estallaron de nuevo. Bajo la superficie de la actual unidad de los “aliados” de la OTAN en el bombardeo a Serbia se encuentran rivalidades imperialistas fundamentales en aumento, expresadas en la creciente guerra comercial entre EE.UU. y Europa, al igual que Japón. El mundo post-soviético se parece cada vez más al mundo de antes de 1914. Fueron las maquinaciones imperialistas atizando los odios nacionalistas en los Balcanes las que llevaron directamente a la Primera Guerra Mundial.
Hoy, el bombardeo de la OTAN es un detonador para una conflagración internacional más grande y todavía más sangrienta, que potencialmente arrastraría a Grecia, Turquía y Rusia. Mientras actúa como un policía blando para la OTAN, la denuncia de la Rusia capitalista del ataque militar de EE.UU. y la OTAN en Serbia está en línea con sus ambiciones de afirmarse como un poder imperialista regional. Tanto Rusia como EE.UU. tienen arsenales nucleares enormes, y EE.UU. ya ha mostrado su disposición de utilizar estas armas con la incineración nuclear de Hiroshima y Nagasaki en 1945. ¿Quién puede imaginar que los franceses, los ingleses o los israelíes serían algo más restringidos? El capitalismo es un sistema irracional, y el ímpetu demente de obtener ganancias y poder inherente a este sistema llevará inevitablemente a una tercera guerra mundial nuclear si no es detenido mediante la revolución proletaria internacional.
Los imperialistas hacen llover terror sobre Yugoslavia
La guerra de la OTAN contra Serbia no tiene nada que ver con los “derechos humanos” o la defensa de la población albanesa de Kosovo contra la “limpieza étnica”. Esta guerra no se trata de los albano-kosovares, es una guerra de dominación hecha para realizar los planes estadounidenses a largo plazo de insertar una presencia militar substancial de EE.UU. y la OTAN en Serbia domando o desplazando, si es necesario, a Milosevic. ¿Desde cuándo se preocupan los imperialistas por los pueblos oprimidos? Cientos de miles de inmigrantes son deportados cada año por los gobiernos europeos. De hecho, estos mismos gobiernos entraron en virtual frenesí al pensar que tendrían que abrir sus fronteras a los refugiados de Kosovo.
La LCI sigue la tradición de V.I. Lenin, cuyo “El socialismo y la guerra”, un poderoso manual de internacionalismo proletario escrito en 1915 y circulado clandestinamente entre obreros y soldados a lo largo de Europa, enseña:
“Los partidarios de la victoria del propio gobierno en la presente guerra, lo mismo que los partidarios de la consigna ‘ni victoria ni derrota’, adhieren unos y otros al punto de vista del socialchovinismo. Una clase revolucionaria no puede dejar de desear la derrota de su gobierno en una guerra reaccionaria y no puede dejar de ver que las últimas derrotas militares pueden facilitar su caída.”
Lenin hizo hincapié en que en caso de una guerra imperialista contra una nación pequeña o un pueblo semicolonial, es deber de la clase obrera no sólo luchar por la derrota del “propio” gobierno, sino también defender a las víctimas de la agresión imperialista. En la presente guerra, estamos por la defensa militar de Serbia, sin darle una pizca de apoyo político al régimen de Milosevic. Llamamos por el derecho a la autodeterminación de la población albanesa de Kosovo contra el régimen serbio-chovinista en Belgrado hasta que los separatistas albaneses se convirtieron simplemente en un peón de los designios predadores de la OTAN. Para los marxistas, el derecho democrático de la autodeterminación de los albaneses de Kosovo está ahora necesariamente subordinado a la lucha contra el bombardeo imperialista y la amenaza de invasión.
De hecho, el baño de sangre multilateral nacionalista en los Balcanes fue instigado directamente por los imperialistas en su carrera para destruir a la antigua Yugoslavia a través de la contrarrevolución capitalista. La República Federal Socialista de Yugoslavia nació de la Segunda Guerra Mundial, cuando los partisanos comunistas de Tito lucharon contra la ocupación del Wermatch alemán nazi al igual que contra la Ustasha fascista croata y los monárquicos chetniks serbios. Los partisanos de Tito fueron la única fuerza en Yugoslavia durante la guerra que se opuso al comunalismo. Pero los ideales socialistas y democráticos a los que el régimen de Tito apelaba públicamente fueron enterrados por las deformaciones burocráticas y las limitaciones inherentes al estalinismo, con su programa de construir el socialismo en un solo país. Tito introdujo el “socialismo de mercado”, que abrió a Yugoslavia a la economía imperialista y reforzó las disparidades entre las diversas regiones, alimentando el nacionalismo que resurgía.
Después de la muerte de Tito, la burocracia comenzó a fracturarse a lo largo de líneas nacionales. Milosevic, que promovió las “reformas de mercado” al frente del banco central, comenzó su carrera política apelando al chovinismo por una “ Serbia mayor” particularmente contra los albaneses de Kosovo. En esto, encarnaba el nexo entre la restauración capitalista y el nacionalismo. Pero Milosevic no estaba solo en este sentido. Su contraparte croata, Franjo Tudjman, idolatra a la Ustasha fascista de la Segunda Guerra Mundial —un títere de los nazis alemanes— y el líder bosnio Alija Izetbegovic es un nacionalista rabioso y un reaccionario islámico. Los marxistas se oponen al veneno del nacionalismo y luchan por la unidad clasista de los trabajadores de Serbia, Croacia, Eslovenia, Bosnia, Macedonia, Montenegro y Kosovo para derrocar a todos los sangrientos regímenes nacionalistas de la región, desde Milosevic a Tudjman. ¡Por una Federación Socialista de los Balcanes!
La crisis terminal de la Yugoslavia titoista vino a principios de 1991, cuando los gobiernos nacionalistas de derecha recién electos en Croacia y Eslovenia declararon su secesión del estado federado. Alemania entró en escena para aplanar a sus aliados Europeos para que reconocieran su independencia. EE.UU. se unió entonces a Alemania poniendo todo su peso detrás de una Bosnia independiente bajo la dirección de fuerzas nacionalistas musulmanas. En Croacia, los Estados Unidos y Alemania proveyeron al régimen fascistoide de Tudjman no sólo con grandes cantidades de armamento moderno, sino también con entrenamiento y asesores de alto nivel. Esto le permitió al ejército croata a mediados de 1995, en conjunto con el ataque aéreo de la OTAN, derrotar a las fuerzas serbias. Cientos de miles de serbios fueron expulsados por las fuerzas croatas en el mayor acto individual de “limpieza étnica” de la guerra. Al mismo tiempo, EE.UU. financiaba y armaba secretamente a los asesinos fundamentalistas islámicos en Bosnia incluyendo a los asesinos muyajedin que lucharon contra el ejército soviético en Afganistán.
Euro “socialistas”
La guerra es una prueba decisiva para los revolucionarios. Trotsky insistió en que una posición proletaria en la guerra requería “una ruptura verdadera y completa con la opinión pública oficial sobre la cuestión más candente de la ‘defensa de la patria’.” La falsa izquierda prueba el punto de Trotssky por la negativa. Se unen al grito de guerra imperialista sobre el “pobrecito Kosovo” mientras rechazan la defensa de Serbia, cuyo derecho mismo a la existencia nacional está bajo el ataque de los poderes imperialistas. A pesar de una chapa pacifista de oposición al bombardeo, marchan unidos detrás de los objetivos bélicos de sus propios imperialismos y de los gobiernos socialdemócratas o frentepopulistas, cuyas elecciones apoyaron. El camuflaje: detener el bombardeo de la OTAN; el mensaje: váyanse a la guerra en los Balcanes con tropas terrestres bajo el control de la Unión Europea (UE). Para los izquierdistas de la “muerte del comunismo” de hoy, que hace mucho abandonaron toda convicción en la capacidad revolucionaria del proletariado, ¡los sanguinarios imperialistas —estén bajo la bandera de la ONU, de la UE o de la OTAN— son el medio para llevar los “derechos humanos” a los oprimidos del mundo!
En su propaganda supuestamente “antibélica”, la “izquierda” europea está actuando simplemente como el vocero de sus propias burguesías imperialistas, cuyos intereses ciertamente no son los mismos. “La asociación con la OTAN en la crisis yugoslava es simplemente una capa que cubre las grandes diferencias entre los EE.UU. y sus aliados europeos” dijo un antiguo oficial de la ONU al Chronicle de San Francisco. El mismo artículo (15 de abril) citó a un rango de personas de izquierda a derecha “que veían la intervención en Kosovo como un esfuerzo apenas disfrazado de imponer la voluntad de Washington en el futuro de Europa.” En Francia, el Chronicle notó: “los comentarios en los periódicos son tan constantemente hostiles a EE.UU. que un lector bien podría imaginar que París está en guerra con el Pentágono y no contra el ejército yugoslavo”, mientras el antiguo canciller alemán Helmut Schmidt se quejó de estar “agarrado del cuello por los estadounidenses”.
Así, la “izquierda” abre terreno a su propia clase dominante capitalista: su “antiamericanismo” es un substituto barato y un obstáculo al internacionalismo proletario antiimperialista. Nadando con la corriente de la “opinión pública” burguesa, las consignas de la “izquierda” coinciden con la de los fascistas descarados; por ejemplo, en Alemania los nazis levantan el llamado “¡Ni una gota de sangre alemana por intereses extranjeros!”.
Probablemente los más descarados de los “izquierdistas” pro-guerra sean los antiguos partidos estalinistas, ejemplificados por el PC francés, que está desde luego en el gobierno. Titulado: “Europa y Francia deben participar en la construcción de la paz”, un folleto firmado por el PCF junto con la Ligue Communiste Revolutionnaire (LCR) en Rouen se quejaba de que el bombardeo de la OTAN no se ha desecho de Milosevic: “¡Milosevic aún está en su lugar! ¡Los albaneses están siendo cazados o masacrados! Estos son los primeros resultados de la aventura militar. En contraste, la paz en la región implica apoyo activo y determinado a las débiles fuerzas sociales y democráticas que luchan contra las dictaduras nacionalistas y por los derechos de las minorías étnicas.”
Los falsos trotskistas de la LCR, la organización francesa del Secretariado Unificado (S.U.), son más explícitos al tocar los tambores de guerra en su propia prensa. La LCR llamó abiertamente por la intervención militar imperialista en Kosovo bajo la Organización para la Cooperación y Seguridad de Europa (OSCE) —un bloque militar dominado por Europa— o las Naciones Unidas. En su número del 1§ de abril, Rouge declaró:
“La OTAN no era la única, y sobre todo no la mejor, pieza clave para un acuerdo. Las condiciones para una fuerza policiaca multinacional (compuesta principalmente de serbios y albaneses) podrían ser encontradas bajo el auspicio de la OSCE para hacer cumplir un acuerdo de transición.”
A la semana siguiente una declaración de Rouge llamaba por un acuerdo con Serbia que pudiera ser vigilado por “una fuerza multinacional bajo el control de la ONU”. La ONU —verdaderamente una cueva de ladrones y sus víctimas— ha sido un instrumento del militarismo imperialista desde la guerra de 1950-53 contra el estado obrero deformado de Corea del Norte hasta la masacre de decenas de miles de iraquíes en la guerra de 1991 en el Golfo Pérsico.
El S.U. de Alain Krivine está actuando como el vocero de los intereses del imperialismo francés, contraponiendo a la intervención de la OTAN dominada por EE.UU. el llamado por una fuerza expedicionaria imperialista Europea en los Balcanes. Rifondazione Comunista (RC) en Italia y el PDS en Alemania (al igual que algunos miembros del SPD, como el expresidente del partido, Oskar Lafontaine) promueven mucho el mismo tipo de antiamericanismo. Aunque el gobierno de EE.UU. es la principal potencia militar imperialista, este intento de pintar a los estados imperialistas europeos como más benévolos que los EE.UU. no es sino vil socialpatriotismo. ¿Supuestamente, entonces, la burguesía alemana de Auschwitz es moralmente mejor que su contraparte estadounidense? ¿Y qué hay de la sucia historia del colonialismo francés en Argelia e Indochina o la historia del imperio británico de saqueo y asesinato en Irlanda, el subcontinente indio y el Medio Oriente? Y fue la burguesía italiana la que inventó los campos de concentración en Libia, la que usó por primera vez gas venenoso contra la población etiope y la que llevó a cabo innumerables actos de carnicería en los Balcanes durante la Segunda Guerra Mundial.
La organización seudotrotskista francesa Lutte Ouvrière (LO) tiene una bien merecida reputación por adaptarse a los atrasados prejuicios de la clase obrera al ignorar la opresión especial, ya sea ésta opresión de la mujer, homofobia, racismo o la cuestión nacional en Francia, ya que junto con el resto de la falsa izquierda niega el derecho a la autodeterminación de los vascos en Francia. Pero ellos también se han vuelto repentinamente campeones del derecho a la autodeterminación del pueblo de Kosovo. En una editorial en su número del 9 de abril, el líder de LO Arlette Laguiller escribe: “Si el gobierno francés, al igual que otros gobiernos occidentales, estuviera ayudando realmente a los kosovares, sería evidente y no veríamos las líneas interminables de refugiados que vemos en la TV.” A pesar de su supuesta oposición a los ataques militares de la OTAN, la lógica de esta posición es que los imperialistas deberían intervenir más decididamente y aplastar realmente a los serbios. Satanizando a Milosevic —en vez de a los imperialistas— como el principal enemigo en este conflicto, LO sirve como un apologista de izquierda para la burguesía.
En la misma línea, la minúscula International Bolshevik Tendency (IBT), que desprecia la independencia de Quebec y es notoria de manera más general por su indiferencia ante los derechos de los pueblos oprimidos, como los católicos de Irlanda del Norte, hoy aúlla por la “independencia para Kosovo” —aparentemente sólo luchan por la independencia de aquellos que tienen patrocinio imperialista—.
En Italia, Rifondazione predica confianza en la ONU y llama por una conferencia de potencias capitalistas europeas para resolver la crisis de los Balcanes. RC se revuelca en el antiamericanismo para darle una coartada a su apoyo a su propia clase gobernante. El llamado de RC para cerrar la base aérea de la OTAN en Italia es levantado desde la perspectiva del nacionalismo italiano y en el interés de una Europa capitalista más fuerte dirigida contra sus rivales imperialistas (como EE.UU.). Nosotros los trotskistas apelamos no al estado burgués, sino al proletariado italiano para movilizar acciones obreras contra las bases de EE.UU. y la OTAN, desde las que está siendo lanzada una guerra mortal contra los intereses de todos los trabajadores —serbios, italianos, albaneses y estadounidenses—. Nosotros decimos: ¡Aplastar a la alianza contrarrevolucionaria de la OTAN a través de la revolución obrera!
Un suplemento de cuatro páginas del 10 de abril de Proposta, la flácida “oposición de izquierda” de RC no llama nunca por el retiro inmediato de las tropas italianas de los Balcanes. Proposta apoyó al previo gobierno burgués de “Olivo”/RC que invadió Albania.
El socialchovinismo es la defensa del “interés nacional”; es decir, llamar a la clase obrera a identificarse con los fines imperialistas de la clase dominante capitalista. Significa el abandono explícito de la lucha de clases por parte de los dirigentes sindicales procapitalistas. Así, los burócratas italianos del Cgil-Cisl-Uil retiraron su llamado a una huelga de ferrocarriles apenas estalló la guerra. ¡Los trabajadores serbios no son los enemigos de los trabajadores ferroviarios italianos! ¡El principal enemigo es la burguesía italiana!
Como afirmó Lenin: “El contenido ideológico y político del oportunismo y del socialchovinismo es uno y el mismo: la colaboración de las clases en vez de la lucha entre ellas, la renuncia a los medios revolucionarios de lucha y la ayuda a ‘su’ gobierno en la difícil situación por la que atraviesa, en lugar de la utilización de sus dificultades para la revolución.” Los líderes sindicales reformistas son sobornados con las migajas de las ganancias capitalistas. En Francia los sindicatos obtienen más ingresos del estado y los capitalistas que de sus miembros. Grupos seudoizquierdistas como LO y la LCR emulan esta corrupción política tomando sus subsidios financieros del estado burgués. ¡Pero el que paga las cuentas dicta el compás político! ¡Luchamos por la completa independencia de los sindicatos del estado burgués!
Bajo el impacto de una guerra de gran importancia en Europa, que involucra a las potencias imperialistas, presencíamos el espectáculo de los “revolucionarios” y “los antiimperialistas” de otros tiempos, uniéndose a las marchas proimperialistas de guerra. Los centristas de Workers Power se unieron a la profundamente laborista Alliance for Workers Liberty [Alianza por la Libertad de los Trabajadores] en una marcha de “Ayuda obrera a Kosovo” el 10 de abril, que estaba dominada por banderas de la OTAN y albanesas y con pancartas que gritaban “buena suerte, OTAN” y “OTAN, es ahora o nunca”. La “Ayuda obrera a Kosovo” está moldeada en la “Ayuda obrera a Bosnia”, iniciada en 1993, que, bajo la guisa de proveer ayuda humanitaria a los trabajadores en Bosnia, promovió el apoyo al gobierno Bosnio musulmán y trabajó hombro con hombro con las tropas de la ONU en la guerra fratricida entre serbios, croatas y musulmanes por lo que sirvió como el disfraz para la intervención militar imperialista dirigida en contra de los serbios bosnios.
Una declaración distribuida en una reunión pública el 30 de marzo en la ciudad de Londres por la internacional de WP, la League for a Revolutionary Communist International (LRCI, Liga por una Internacional Comunista Revolucionaria), llamó a defender a los serbios contra el ataque de la OTAN —¡“aunque no en Kosovo al que no tienen el derecho de ocupar”!—. Al mismo tiempo, WP alienta a los separatistas albaneses “a tomar ventaja total del bombardeo imperialista para expulsar a las fuerzas ‘yugoslavas’”, y añaden “si la principal preocupación [de Clinton y de Blair] fueran los kosovares reconocerían su estatidad, y le darían al ELK (Ejército de Liberación de Kosovo) las armas para expulsar a las tropas serbias”. Esto es una descarada apelación a los imperialistas de la OTAN.
Workers Power ha apoyado de hecho cualquier fuerza reaccionaria en los Balcanes (incluso en Serbia) siempre y cuando esté opuesta a Milosevic, el principal enemigo actual de los imperialistas. Así, en junio de 1991 cuando el IV Reich alemán estaba maquinando la destrucción del estado obrero deformado yugoslavo, llamaron por el reconocimiento inmediato de las declaraciones de independencia capitalistas restauracionistas de Eslovenia y de Croacia. Un año después, el afiliado austríaco de WP, el ArbeiterInnenstandpunkt, estuvo involucrado en un “frente unido” con la rama local del Renacimiento Nacional Serbio de Vuk Draskovic, una organización de monarquistas gran serbios y chetniks, en aquel entonces en oposición a Milosevic. Durante los ataques aéreos de la OTAN en 1995, WP se negó incluso en papel a defender a los serbios bosnios en contra del imperialismo.
No podría ser más claro que los falsos izquierdistas son socialchovinistas cuya línea de fondo es apoyar las metas de la guerra imperialista en los Balcanes, pese a las contorsiones teóricas que hacen al tratar de reconciliar su oposición de palabra a la OTAN con su apoyo al separatista Ejército de Liberación de Kosovo, que es ahora un simple peón de la OTAN. En contra de los socialchovinistas de estas épocas, Lenin polemizó contra Karl Kautsky, un líder central del SPD alemán quien durante la primera guerra interimperialista mantuvo “fidelidad de palabra al marxismo con la subordinación, en los hechos, al oportunismo”. Lenin escribe que “Kautsky ‘concilia’ el pensamiento fundamental del socialchovinismo, la aceptación de la defensa de la patria en la guerra actual, con una supuesta concesión a la izquierda, bajo la forma de abstención al votarse los créditos, con la manifestación verbal de una postura oposicionista, etc.” (Lenin, “El socialismo y la guerra”, 1915). Pero los “izquierdistas” de nuestros días, como Workers Power, están ciertamente mucho más a la derecha de Karl Kautsky.
Fue necesario el inicio de la primera guerra imperialista mundial (la Primera Guerra Mundial) y una orgía de chovinismo para destrozar a la II Internacional y para que los “socialistas” de aquella época dirigieran a la clase trabajadora a la matanza. Hoy, conforme son arrojadas las primeras bombas sobre los pueblos de los Balcanes, los que se hacen pasar por la “izquierda” ya se habían postrado desde antes ante su propio imperialismo. Frente a la Primera Guerra Mundial, Lenin llamó a los obreros a hacer de la guerra interimperialista una guerra civil en todos los países beligerantes, exigiendo una escisión de los auténticos socialistas de la II Internacional.
La postración ideológica de la falsa izquierda ante el imperialismo refleja sus muchos años de apoyo al imperialismo occidental contra la Unión Soviética en nombre de la “democracia” y “los derechos humanos”. Mientras existieron la Unión Soviética y los estados obreros deformados de Europa Oriental, como trotskistas, llamamos por su defensa militar incondicional contra el imperialismo y la contrarrevolución interna. Luchamos por una revolución política proletaria para echar a las burocracias estalinistas nacionalistas. En contraste, la falsa izquierda apoyó a todo tipo de fuerzas procapitalistas en el nombre del “antiestalinismo”. El capitalista de estado Socialist Workers Party británico (SWP, Partido Obrero Socialista) de Tony Cliff y sus satélites, y falsos trotskistas como el S.U. y Workers Power (éste último con algunas contradicciones) todos se opusieron a la intervención del Ejército Rojo en Afganistán, el último acto objetivamente progresista de la burocracia del Kremlin. A principios de los 80 se unieron en ferviente apoyo a la Solidarnosc polaca patrocinada por la CIA y el Vaticano, que estuvo en la primera línea de la campaña por la restauración capitalista en Europa Oriental. Una década más tarde, todos estos grupos vitorearon a Yeltsin y sus “demócratas” proimperialistas mientras lanzaban la contrarrevolución que destruiría la Unión Soviética.
El SWP, que se regocijó cuando el nuevo laborismo fue electo, sigue al laborismo de “izquierda” de Tony Benn, al decir, “Tony Benn se opuso a la guerra de las Malvinas, a la Guerra del Golfo y a esta guerra” (folleto del SWP, “Alto a la guerra”, abril de 1999). Tony Benn es un nacionalista de la “pequeña Inglaterra” quien llamó por sanciones de la ONU durante la Guerra del Golfo y que ahora se queja de que el bombardeo no tiene la autorización de la ONU. Mientras tanto, la prensa del Socialist Party (antes “Militant”) llama por la “acción obrera para derrocar a Milosevic” (Socialist, 16 de abril) mientras que, no es necesario decirlo, nunca llaman a los obreros británicos a derrocar al capitalismo británico.
Políticamente aparte de la multitud británica del “pobrecito Kosovo”, está el Socialist Labour Party (SLP, Partido Laborista Socialista), dirigido por el lider de los mineros, Arthur Scargill. Un comunicado de prensa del SLP del 24 de marzo, cita a Scargill y tacha correctamente al Primer Ministro del Partido Laborista, Tony Blair, de asesino. Señalaba la hipocresía de los imperialistas, indicando que “la Gran Bretaña sigue ocupando parte de Irlanda”. Sin embargo, la declaración de Scargill de que el bombardeo se realiza “sin siquiera la hoja de parra de una resolución de seguridad de las Naciones Unidas” implica confianza en esa institución de los imperialistas. Una declaración más izquierdista hecha por el Normanton Constituency del SLP se titula: “Defender a Yugoslavia e Irak —Luchar contra el imperialismo”. La declaración señala correctamente al New Labour Party de Blair como “antiobrero, proimperialista”. Dice, “Nosotros creemos firmemente en el principio del derecho de las naciones a la autodeterminación, y en el caso de Yugoslavia eso significa el derecho de una nación soberana a resolver sus propios problemas.” Sin embargo, las dos declaraciones del SLP son acríticas sobre el virulento chovinismo serbio de Milosevic.
http://www.icl-fi.org/espanol/oldsite/SERBIA.HTM
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2015.03.26 11:15 Josangher El Parlamento ante las acusaciones de la oposición venezolana contra Podemos

Terminaba yo calificando como esperpento servido la machangada de la oposición venezolana que a través de un diputado venezolano del partido Primero Justicia pretendía supuestamente llevar las pruebas de que el gobierno venezolano había financiado a Podemos con millones de euros en un post que publicaba en esta Plaza hacia el pasado 8 de marzo.
Reproduzco el post:
El diputado Julio Montoya de la oposición venezolana del partido Justicia Primero se inventa un montaje sobre un informe del Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin) que nada tiene que ver con Podemos para decir que ese informe trata sobre una financiación ilegal de Venezuela a Podemos.
Si revisan sus registros hallarán los nexos con Podemos.. dice Julio Montoya durante su entrevista con el ABC..
El esperpento de la oposición venezolana sobre la financiación ilegal de Venezuela a Podemos se dispone a hacer partícipe del mismo al Congreso de los Diputados de España..
Veremos cómo termina nuestra cámara de representación ciudadana haciéndose partícipe de esta campaña de intoxicación mediática..
Lo nuevo es un informe confidencial que elaboró el Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin, la policía política) sobre la trama y sus tentáculos financieros entre las instituciones venezolanas y los miembros de Podemos, que vinculan a un pariente del vicepresidente Jorge Arreaza. En la entradilla dice que el Gobierno venezolano se encuentra financiando al partido Podemos de España a través del empresario peruano-español Atahualpa Fernández Arbulu y su socio Luis Eduardo Álvarez. Este último es pariente del vicepresidente Jorge Arreaza.
La investigación de inteligencia arrojó que las reuniones para la financiación por parte del Gobierno venezolano se llevan a cabo en el despacho del presidente de Bancoex (Banco Exterior), Ramón Gil, y en un departamento ubicado en la planta baja del edificio Guaicamacuto en Campo Alegre. En el apartamento o piso Guaicamacuto -cita el informe- se reunían el presidente de Cencoex (Centro Nacional de Comercio Exterior), Alejandro Fleming, y las empresas que iban a ser favorecidas con dólares preferenciales a la tasa de Sicad I (Sistema de Administración de Divisas) y a las que se les cobraban una comisión del 15 por ciento del monto en dólares aprobados. Las grandes sumas generadas por estas operaciones son repartidas entre el vicepresidente Jorge Arreaza, Luis Eduardo Álvarez, Alejandro Fleming y Atahualpa Hernández Arbulu.
Con las empresas de maletín de Atahualpa, que mantiene contactos activos en España, en donde posee empresas en asociación con José María Rubio Hermoso de Mendoza, quien es administrador de la Fórmula Cuatro Televisión y Medios SL, y donde además es socio de la Real Federación Española de Automovilismo y Fórmula 4 Ibérica SL. Si revisan sus registros hallarán los nexos con Podemos.. http://www.abc.es/espana/20150307/abci-venezuela-financia-podemos-201503061144.html
¿Se encargará nuestro Congreso de los Diputados de revisar los registros de esas empresas para ver conexiones respecto a la financiación ilegal de Podemos?..
El esperpento está servido.. http://www.reddit.com/podemos/comments/2y98zh/la_oposici%C3%B3n_venezolana_arrastra_al_parlamento_al/
Pues bien..¿que ha sido de las pruebas aportadas al Parlamento Español entre el 15 y el 20 de marzo pasados?..ni una sola noticia sobre el tema una vez llegadas estas fechas.
Los políticos opositores venezolanos, junto con partidos políticos españoles y grupos mediáticos han vuelto a caer en un juego de la mentira sin fin y sin solución de continuidad..se miente sobre un asunto hasta el infinito por motivos electorales, y cuando hay que concretar el mismo..ni una sola palabra, simplemente desaparece sin más del discurso político y mediático..y ya está.
Hay que pedir al Parlamento que responda sobre si ha recibido o no esas pruebas de la oposición venezolana, y si lo ha hecho que se pronuncie entonces sobre las mismas..en el sentido que estime oportuno..pero que se pronuncie.
¿Tiene el Parlamento el deber democrático y cívico ante la ciudadanía de pronunciarse sobre este asunto que pone en duda la legitimidad democrática de Podemos al ser acusado de haber nacido como partido político porque fue financiado por una potencia extranjera?..
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2015.03.07 18:42 Josangher La oposición venezolana arrastra al Parlamento al esperpento sobre Podemos

El diputado Julio Montoya de la oposición venezolana del partido Justicia Primero se inventa un montaje sobre un informe del Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin) que nada tiene que ver con Podemos para decir que ese informe trata sobre una financiación ilegal de Venezuela a Podemos.
Si revisan sus registros hallarán los nexos con Podemos.. dice Julio Montoya durante su entrevista con el ABC..
El esperpento de la oposición venezolana sobre la financiación ilegal de Venezuela a Podemos se dispone a hacer partícipe del mismo al Congreso de los Diputados de España..
Veremos cómo termina nuestra cámara de representación ciudadana haciéndose partícipe de esta campaña de intoxicación mediática..
Lo nuevo es un informe confidencial que elaboró el Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin, la policía política) sobre la trama y sus tentáculos financieros entre las instituciones venezolanas y los miembros de Podemos, que vinculan a un pariente del vicepresidente Jorge Arreaza. En la entradilla dice que el Gobierno venezolano se encuentra financiando al partido Podemos de España a través del empresario peruano-español Atahualpa Fernández Arbulu y su socio Luis Eduardo Álvarez. Este último es pariente del vicepresidente Jorge Arreaza.
La investigación de inteligencia arrojó que las reuniones para la financiación por parte del Gobierno venezolano se llevan a cabo en el despacho del presidente de Bancoex (Banco Exterior), Ramón Gil, y en un departamento ubicado en la planta baja del edificio Guaicamacuto en Campo Alegre. En el apartamento o piso Guaicamacuto -cita el informe- se reunían el presidente de Cencoex (Centro Nacional de Comercio Exterior), Alejandro Fleming, y las empresas que iban a ser favorecidas con dólares preferenciales a la tasa de Sicad I (Sistema de Administración de Divisas) y a las que se les cobraban una comisión del 15 por ciento del monto en dólares aprobados. Las grandes sumas generadas por estas operaciones son repartidas entre el vicepresidente Jorge Arreaza, Luis Eduardo Álvarez, Alejandro Fleming y Atahualpa Hernández Arbulu.
Con las empresas de maletín de Atahualpa, que mantiene contactos activos en España, en donde posee empresas en asociación con José María Rubio Hermoso de Mendoza, quien es administrador de la Fórmula Cuatro Televisión y Medios SL, y donde además es socio de la Real Federación Española de Automovilismo y Fórmula 4 Ibérica SL. Si revisan sus registros hallarán los nexos con Podemos..
http://www.abc.es/espana/20150307/abci-venezuela-financia-podemos-201503061144.html
¿Se encargará nuestro Congreso de los Diputados de revisar los registros de esas empresas para ver conexiones respecto a la financiación ilegal de Podemos?..
El esperpento está servido..
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2014.07.20 09:31 anarxy_o0o Escuela de depredación y la manipulación de las emociones.

Hola este texto aunque obviamente es un debate, permite reflexionar sobre la manipulación de masas, la manipulacion de la información en base al aprendizaje de conductas basados en las emociones y recompensas biológicas. Pero como digo es un debate, donde ademas hablo de los roles y la figura del lider . Os aconsejo que si quereis debatir lo leais completo aunque sea un pergamino jaja porque yo procuro no reiterar idea, así como buscar fuentes para argumentar, cuidado que son reflexiones, pero quien responda lo haga con argumentos por favor.
*** lo que no es discutible, ni debatible es la EMPATÍA , eso lo dejo claro***
  • Pensaba sobre el entramado que pueden llegar a ser las redes sociales y su similitud con la actuación de las sectas, se me desdobló del pensamiento al leer algunos datos buscando esos mecanismo conductistas, otros temas derivados pero conectados entre si, pues la meta fundamental siempre es invariable, son cuestiones de rol y de poder aunque suene freudiano, no hay mucha diferencia entre el comportamiento sexual de un dominante, al de un dominador social.
  • La verdad, es que escrito sobre esto, hay muchísimo, pero no como lo voy a enfocar yo, . Hay dos formas de clasificar un dominador social globalmente si se piensa:
  • El que inflinge dolor grupal,en cualquier ámbito (ejem extremo: Hitler)
  • El que evita el dolor grupal (ejem extremo : Jesucristo)
-Pero ambos, actúan como dominantes y solo el fin aplicado, hace diferente el uno del otro. ¿Si yo os pregunto que es lo que les diferencia?, la respuesta es simple, uno da y se sacrifica si hace falta por otro/s, p, y el otro espera recibir y sacrifica para si al otro/s, pero para que en ambos suceda cualquiera de las dos cosas tiene que se darse "el vinculo", donde el amor o sentimientos ejerce de nexo entre grupo y lider.
Hay mucho más claro, pero es suficiente introducción para entender porque voy a hablar de la empatía desde una perspectiva novedosa; pues precisamente es esta palabra, la que se usa para distinguir al psicópata. Y como mucha gente no sabe que es un psicopata y piensa que solo es un loco más voy a explicar que es. El psicopata, es un individuo con inteligencia fuera de lo normal, que distingue entre el bien y el mal, pero es incapaz se tener empatía. Segun La Asociación Psiquiátrica Americana (APA) define la personalidad psicopática o al psicópata como “una persona cuya conducta es predominantemente amoral y antisocial que se caracteriza por sus acciones impulsivas e irresponsables, encaminadas a satisfacer sus intereses inmediatos y narcisistas, sin importar las consecuencias sociales, sin demostrar culpa ni ansiedad”.
Así pues, existe un tipo de líder con conducta de psicopatía para poder llegar a tomar el control grupal, pero la madre del cordero es que para encontrar el nexo entre lider y psicopata, consiste precisamente en una controversia, pues como dije, es el vinculo lo que logra posicionarse en la cúspide dominante. Bien, aquí es donde yo tengo una teoría, donde contemplo que existe un tipo de empatía buena y otra mala. una real y otra fingida.
  • QUE ES LA EMPATIA
-Y si miráis definiciones veréis que es una capacidad humana de ponerse en el lugar de otro y sentir tal como esa otra persona siente el mundo, y entonces es cuando se crea un flujo comunicativo que se corresponde al nexo que buscamos entre líder y grupo, es decir, "el vinculo ", la comunicación
  • Sin embargo en los últimos tiempos se ha implantado este concepto con aplicaciones diferentes, y por ende usando tal recurso (la empatía), como elemento social capaz de aumentar las capacidades sociales de grupo. El Dr Howard Gardner lo llamo inteligencia interpersonal. cita:
  • "Es inteligencia relacionada con la actuación y propia comprensión acerca de los demás, como por ejemplo notar las diferencias entre personas, entender sus estados de ánimo, sus temperamentos, intenciones, etc."

    inteligencia interpersonal

    Por supuesto yo pienso igual, pero a continuación la evolución de esta teoría y aplicaciones de Howard, sufre una doblez,omite una parte fundamental del estudio del Dr howard, un matiz, que a priori parece una tontería, pero si habéis leído las diferencias que construyen un líder, veréis al momento.
Se pueden desarrollar carreras como: políticos, trabajadores sociales, comunicadores, locutores, diplomáticos, en general toda persona que tenga que desarrollarse con mucha gente y entenderla. La inteligencia interpersonal permite comprender a los demás y comunicarse con ellos, teniendo en cuenta sus diferentes estados de ánimo, temperamentos, motivaciones y habilidades. Incluye la capacidad para establecer y mantener relaciones sociales y para asumir diversos roles dentro de grupos, ya sea como un miembro más o como líder. Este tipo de inteligencia la podemos detectar en personas con habilidades sociales definidas, políticos, líderes de grupos sociales o religiosos, docentes, terapeutas y asesores educativos. Y en todos aquellos individuos que asumen responsabilidades y muestran capacidad para ayudar a otros Es en la evolución de ésta,en la que se omite tal matiz, si por un instante omites esa frase, el sentido de todo lo demás puede encajarse como quieras; de tal forma que al hablar de aplicaciones en este siglo y en el ámbito social, se implantó en los estratos laborales, tomando un concepto evolucionado denominado : *INTELIGENCIA EMOCIONAL* - Éste parece seguir la mismas pautas, pero realmente omite información sobre el fin de ésta, pues la base del Dr howard era precisamente buscar el beneficio social cuyo meta se basaba en un vinculo positivo..y ésto es normal, pues el Dr howard, era una persona huida de los nazis que buscaba entender el mecanismo del liderazgo, entendiendo que los nazis actuaron sin conciencia, él buscaba un sentido de conciencia humana y la sensibilización social, usando la empatía precisamente sin que por ello significara algo "emotivo" anexionado a la sin razón o al valor abstracto, ambiguo o poco científico que tienen los sentimientos humanos.

¿En que se diferencia la inteligencia emocional de la inteligencia interpersonal?

_ voy a buscaros varios vídeos, para que entendáis ahora que habéis leído
En realidad si escucháis con atención las aplicaciones se basan en el control de las emociones y en el aprendizaje a nivel competitivo; de tal forma que lo busca es el conocimiento del "enemigo" para poder "fingir" una situación controlable donde tu manejes ese control. Literalmente Goleman dice que el cerebro es un escenario para el "teatro " de las emociones os busco el video:
  • https://www.youtube.com/watch?v=jjaeMvKMJ8k
    Y es así como la omisión fundamental del fin del Dr Howard que contempla la empatía como una capacidad ausente de egoísmo , donde la compasión y el entendimiento del opuesto es una manera de crear el vinculo, se tergiversa, para trasformarlo en una herramienta de capacidad brutal para tu exclusivo beneficio, donde esa empatia es usado para aplicarla en un mundo de consumo y se entrena en grupos para hacer lideres de sus manadas en base a control y fingimiento.
Este matiz precisamente era el que he puesto como ejemplo usado por Hitler, donde conocer al enemigo le convertía en un depredador sanguinolento, pues conocía cada flanco o debilidad, de su opuesto de tal forma que podía empatizar con sus adeptos y darles lo que ellos esperaban supuestamente.
¿Es realmente comprobable esta diferencia? Bueno pues claro, podéis buscar test de inteligencia emocional y fijaros en ese matiz en cada pregunta, si lo que busca es el beneficio de grupo,o social en base al sentimiento, o si lo busca en base a la competitividad.

DIFERENCIA ENTRE INTELIGENCIA INTERPERSONAL Y EMOCIONAL

  • Y es así como la omisión fundamental del fin del Dr Howard que contempla la empatía como una capacidad ausente de egoísmo , donde la compasión y el entendimiento del opuesto es una manera de crear el vinculo, se tergiversa, para trasformarlo en una herramienta de capacidad brutal para tu exclusivo beneficio, donde esa empatia es usado para aplicarla en un mundo de consumo y se entrena en grupos para hacer lideres de sus manadas en base a control y fingimiento.
Este matiz precisamente era el que he puesto como ejemplo usado por Hitler, donde conocer al enemigo le convertía en un depredador sanguinolento, pues conocía cada flanco o debilidad, de su opuesto de tal forma que podía empatizar con sus adeptos y darles lo que ellos esperaban supuestamente.
¿Es realmente comprobable esta diferencia? Bueno pues claro, podéis buscar test de inteligencia emocional y fijaros en ese matiz en cada pregunta, si lo que busca es el beneficio de grupo,o social en base al sentimiento, o si lo busca en base a la competitividad.
http://imagenes.mailxmail.com/cursos/imagenes/5/6/valoracion-de-la-inteligencia-emocional_27965_12_1.GIF

USOS ADVERSOS DE LA EMPATÍA FINGIDA O PROGRAMADA

  • Y es que la empatia usada para fines competitivos carente de sentimientos , esa precisa dominación de la pasión convierte al ser humano en psicópatas, aún capaces de distinguir el bien del mal, pero que pueden fingir de acuerdo a su beneficio, conveniencia, y que su objetivo principal es el liderazgo y control grupal.
  • Si...la empatía no puede ser usada fuera de la pasión humana, fuera del sentimiento y conciencia, pues de otro modo estamos inculcando valores de depredación calculadores y fríos exentos de moral y conciencia. La empatía "buena" es amor, es respeto y sobre todo delimita los actos del otro para procurar su bienestar, y de ésta forma aplicados en el ámbito laboral , político, religioso o educacional, serviría de herramienta reguladora de lo que significa dominar para controlar buscando estar en la cúspide de la cadena alimentaria entre seres de la misma especie.
La empatía que yo denomino "mala", no es otra que la misma usada durante siglos en las guerras frías o psicológicas, donde se adiestraban mentalmente a los lideres de subgrupos para desarrollar las habilidades sociales carentes de sentimientos. Personalmente pienso que es como a día de hoy se intenta implantar el concepto que hace que se convierta este concepto, en escuelas de depredación, para un mecanismo que en el fondo busca tan solo medios de control de poder en base a un mundo materialista y competitivo como eje y nexo social...pero la realidad es que el único vinculo que actúa como nexo social, solo puede ser el amor, la tolerancia, el respeto y la capacidad real de sentir. Y fijándonos en ambos ejemplos de lideres los que usan la empatia "buena" (jesucristo) y "mala" (hitler) no hay diferencia de rol excepto la que dije al principio, el líder que evita el dolor social, y busca la felicidad compartida, y el que no le importa infligir dolor buscando su propia felicidad y satisfacción.
  • La empatía solo tiene un significado, y solo existe tal palabra para definir un acto de comunicación humano y de amor, pues la empatía mala no es otra cosa que la estrategia del psicópata para engañar a su victima. Y aunque el control de las emociones es cierto que es beneficioso, siempre debe ser con fines para no procurar daños colaterales a terceros, no con la que librarnos de un acto o engañar al contrario con una emoción o reacción que espera, tomar el control de grupo o dirigir criterios, pues si quitamos el lado humano, no seremos pues más que meros animales inteligentes buscando saciar, el hambre de poder.
  • AnarXy. siento el pergamino jaja
VIDEO ANEXO : https://www.youtube.com/watch?v=usAmKuaNIyk
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2014.03.08 12:38 luisforque Qual a ideia do autor sobre mundos?

No decorrer do quarto capítulo, o autor escreve bastante sobre worlds para exemplificar sistemas consistentes internamente, consistentes externamente e inconsistentes. Cita até um possível mundo em que poderia haver contradição, mas depois elimina essa ideia sumariamente.
Mas qual o conceito de world então? Porque se for um mundo parecido com o nosso, como um outro planeta, acho que estaríamos limitando a discussão. E se for um mundo diferente, imaginário, é tão inválido imaginarmos ele com contradições, por exemplo? Nesse caso a discussão de consistência teria que ser mais aprofundada.
Obs: Estou falando da página 99 e vizinhança.
Obs: Alguém mais ficou com a impressão que ele tem algo contra os zens? Muitos ataques sem necessidade ou nexo. =)
submitted by luisforque to gebfeec [link] [comments]


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